Tecnologia e Produção nas Artes do Espetáculo

Introdução à Programação Artística

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Publicação em Diário da República: Aviso n.º 23177/2023 de 30/11/2023

6 ECTS; 1º Ano, Anual, 40,0 T , Cód. 66594.

Docente(s)
- Carlos Alberto Moisés Bento (1)(2)

(1) Docente Responsável
(2) Docente que lecciona

Pré-requisitos
N.A.

Objetivos
1. Compreender os conceitos fundamentais da programação artística, bem como a sua relevância social, económica, cultural e territorial.
2. Identificar as principais tipologias de eventos, artistas e manifestações das artes do espetáculo, distinguindo as suas características e contextos de aplicação.
3. Analisar o papel do programador cultural e artístico, reconhecendo funções, responsabilidades, critérios de decisão e articulação com a missão das organizações culturais.
4. Interpretar a evolução histórica das artes performativas e relacioná-la com práticas contemporâneas de programação.
5. Avaliar criticamente programações artísticas desenvolvidas em diferentes contextos territoriais e institucionais.
6. Elaborar propostas elementares de programação artística, articulando objetivos, públicos-alvo, recursos, contexto territorial e coerência curatorial.

Programa
1. Conceitos fundamentais de evento e programação artística.
1.1. Definições, classificação e tipologias de eventos.
1.2. Características estruturantes dos eventos culturais e artísticos.
1.3. Programação artística: noção, finalidades e enquadramento institucional.
2. Artistas, linguagens e artes do espetáculo.
2.1. Tipologias de artistas e de manifestações performativas.
2.2. Performance, interpretação e criação artística no contexto das artes do espetáculo.
2.3. Relações entre criação, mediação e programação.
3. O programador cultural e artístico.
3.1. Funções, competências e responsabilidades.
3.2. Projeto artístico, missão institucional e critérios de programação.
3.3. Públicos, mediação e adequação das propostas programáticas aos contextos de fruição.
4. Programação artística em diferentes territórios e equipamentos.
4.1. Análise de programações em auditórios, teatros, centros culturais e centros de artes.
4.2. Análise de programações em recintos multiusos, espaços ao ar livre e festivais.
4.3. Relação entre programação, território, identidade cultural e desenvolvimento local.
5. História das artes performativas.
5.1. Principais períodos, correntes e referências históricas.
5.2. Transformações contemporâneas das artes performativas e implicações para a programação artística.

Metodologia de avaliação
A avaliação será composta por diferentes elementos que, em conjunto, contribuem para a nota final. O primeiro trabalho prático de caráter individual, que poderá também ser realizado em grupo, representando 20% da avaliação, e será acompanhado pela respetiva apresentação, que também terá um peso de 15%. O segundo trabalho prático, de caráter individual, contará para 25% da nota final com a respetiva apresentação a valer 15%. A participação e os trabalhos desenvolvidos ao longo do semestre serão avaliados, em formato de relatório e compõem 25% da nota total.
Avaliação em época de Exame:
- Um novo trabalho prático a entregar até ao dia da prova (100%)

Recurso: - Um novo trabalho prático a entregar até ao dia da prova (100%)

O aluno é aprovado quando obtém uma classificação final igual ou superior a 10 valores (em 20).

Bibliografia
- Caetano, J. e Portugal, J. e Portugal, M. (2018). Gestão de Eventos. Lisboa: Silabo
- Costa, V. (2021). Manual de boas práticas para a organização de eventos artísticos no espaço público. Porto: Bússola

Método de Ensino
As aulas combinam momentos expositivos de enquadramento teórico-conceptual com atividades teórico-práticas centradas na análise de estudos de caso, leitura orientada de documentos, discussão crítica de exemplos de programação.

Software utilizado nas aulas
N.A.

 

Aprovado em Conselho Técnico Cientifico: Aprovada na Ata nº 14/2026 de 18/03

Download da Ficha da Unidade Curricular (FUC)

 

 


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